Chegando aos 30, casada e apaixonada, psic�loga, capricorniana, estudante eternamente, teimosa aos extremos, n�o admite que lhe digam o que fazer (n�o em sua vida), p� no ch�o e saudosista. No mar da vida, n�o mergulha de cabe�a, mas coloca um p� de cada vez. Pouco a falar; muito a aprender.
Marcia, 36anos, paulistana, casada com o Fernando, m�e do Felipe, trabalhando em Telecom (Redes de computadores). Curte filmes, m�sica e cozinhar. Ama Pearl Jam de paix�o. Blogueira a mais de um ano, fez parte do comecinho bem comecinho do 7X7, por�m ficou no "back-stage" nesse
primeiro ano de vida. Teimosa e manhosa. Ama a lua, as estrelas e o mar. Sonha em morar em um vilarejo, de uma �nica rua principal e onde todos se conhecem. Tem altos e baixos com o tempo: �s vezes muito corrido, �s vezes muito livre. Ama a vida, as crian�as e os velhinhos.
Sunara, mais conhecida como Shu desde
pequena. 29 anos, mam�e do L�o e esposa do Francesco, mora em Nova York
e � formada em Publicidade. Um pouco pavio curto e temperamental, mas
quando gosta de algu�m � amiga verdadeira.
Renata, 24 anos, escorpiana, acad�mica de Direito,
trabalhadora, sem tempo
pra nada. Adora a natureza e todo tipo de express�o art�stica. Devia curtir
mais a vida, mas infelizmente n�o consegue muito tempo pra isso. �
determinada e perseverante. Amiga pra todas as horas. Apaixona-se facilmente
por boas id�ias, bons livros e bons papos. Ama a fam�lia, o namorado Pedro e
o gato Tukinho, seu xod�.
Geny ou Ggel, como preferir. Campineira, nascida em 1978. Tem muitos sonhos e espera realizar pelo menos a metade deles ao longo da vida. Adora m�sica, cinema, escrever e ler. Ama muitas coisas nessa vida, principalmente dar risadas. Um tanto quanto teimosa e birrenta, nada que umas marteladas n�o resolvam. O resto...a gente escreve em linhas tortas nas portas da percep��o, paredes de banheiro, nas folhas que o outono leva ao ch�o, em livros de est�rias, na mem�ria dos dias que vir�o. Se � que eles vir�o.
20 anos, meio-estudante, quase-bab�, um bocado perdida. Paulistana criada nos bons ares de Minas, hoje vivente em Madrid. T�mida, mas com opini�o!, ir�nica, mal-humorada, metida a piadista nas horas vagas. Por�m am�vel, simp�tica e bonitinha. Determinada (�teimosa?...) em seguir sonhos para ser feliz, um dia, quem sabe. Canta no chuveiro, cozinha mal coisinhas �com�veis�, n�o sabe beber. Doida de pedra por sua fam�lia, f� com pom-pons de seus amigos. Ama felinos e morre de d� de animaizinhos quaisquer usados
explorados! em filmes. Falando nisso: n�o vive sem cinema; j� � uma viciada. Abafa o caso. Ouve rock'n roll e MPB da boa; se n�o for isso, tapa os ouvidos e canta l�-l�-l� ou desliga o r�dio, pronto. L� de tudo um pouco mas prefere L.F.V., Cosmopolitan e bula de Aspirina.
K�tia, 29 anos, casada, m�e do Nathan, gosta de ler, escrever e fazer artesanatos. Quase formada em Letras pela UFMS, apaixonada por fotografias, arquitetura antiga e hist�ria.
Arquivos
Blogs Amigos
A inc�gnita
A vida � como uma rosa
Chik�sima
Confiss�es de uma cobra coral
Colet�nea
Daialand
Devaneios do Cotidiano
Devaneios e Firulas
Escuchame Porra
Espa�o K�
FrOg
Just a Little Fun
Kleidosc�rppio
Meu mix blog
Momentos de Angel Kiara
Moments of Peace
Montanha Father
Mosaico do Sentir
Nada De Coisa Nenhuma Nem De Ningu�m!
O L�rio do Vale
O Vizinho
P�rola
Pieces
Psic�loga no Div�
Quelzinha
Rabiscando
Sou m�dica, e agora?
Tenho Dito
Thoughts of Taty
Umas Palavras
Apoie essa id�ia
Escolha um dos nossos gifs e coloque no seu blog.
Busque um post anterior, digite a palavra chave aqui:
O 7x7 est� na
Blogop�dia!
Desde 13/04/04


Reutilizar, reduzir, reciclar & colaborar
Correndo o risco de ser tachada de eco-chata e não estar nem aí pra isso, falarei de novo sobre o lixo nosso de cada dia.
Pretendo não só entediar vocês como fazê-los atentar para o fato de que a gente pode fazer muito mais do que só olhar a montanha de lixo que produzimos a cada minuto soterrar o futuro da Terra.
É bem pouco mas essencial o que podemos fazer individualmente, nem que seja só pra ficar com a consciência tranqüila ou plantar um pouco de solidariedade em nossos corações endurecidos pela falta da mesma.
Eis então o que eu tenho feito e que acredito, todo e qualquer reles mortal possa fazer também:
Reutilizar: desde garrafas pet até potes de vidro e plástico, latas de achocolatado em pó, cereais, leite em pó e similares, café solúvel, preparados para capuccino, a lista parece não ter fim. É incrível a quantidade de embalagens duráveis que jogamos fora. Basta lavar e secar bem que praticamente todas voltam a ter utilidade depois de esvaziado seu recheio consumível. Se você é refinado demais para isso e/ou tem louças caras e bonitas demais para combinar com o reaproveitamento, doe tais materiais para entidades ou pessoas que os aproveitam em artesanato, por exemplo.
Reduzir: Isopor é um dos grandes vilões da natureza. Evite comprar embutidos em bandejas de isopor ou similares. Prefira os embalados só no plástico ou a vácuo. Outra boa dica é reduzir o número de sacolas plásticas que se leva de um supermercado. Na China elas já foram proibidas, sabiam? Sei que muita gente usa destas sacolas para forrar suas latas de lixo, evitando assim de comprar sacos plásticos para lixo; louvável. Mas acontece que sempre sobra. Então alterne: num mês leve as compras para casa nas tais sacolas, no próximo mês em um carrinho de feira ou sacola de pano, (à venda em alguns grandes mercados, próprias para isto), ou naquelas sacolas de feira também.
Reciclar: Acredito que o brasieliro ainda resita muito a recilclar seu próprio lixo por não gostar de separar todos os materiais que podem ser reciclados. Ok, admito que dá mesmo muito trabalho separar um por um, em espaços individuais. Uma coisa que aprendi com uma amiga e que é uma mão na roda: plástico, isopor, embalagens longa vida, alumínio e latas quaisquer (de molhos, milho verde, essas coisas) podem ser descartados numa mesma lixeira. São materiais que não se misturam e podem ser facilmente separados pelas entidades/pessoas que reciclam e fazem disso seu sustento. Já papel e papelão têm mesmo de ser descartados em uma lixeira diferente desta primeira. Depois, todo e qualquer lixo orgânico em uma outra lixeira, ou em suas respectivas (restos de comida, comida estragada, filtros de café usados se bem que conheço quem faça deles artesanato , óleos etc, no lixo da cozinha; papel higiênico e similares na do banheiro, claro). Atentem para que óleos não só podem sim como devem ser descartados diretamente na lixeira da cozinha e não no ralo da pia. Não se preocupe com vazamentos: o resto do lixo presente na lixeira da cozinha se encarrega de absorver o óleo ali descartado. Se descartado no ralo (indiretamente na água), o óleo contamina milhares de litros de água doce, uma perda irreparável nos dias de hoje. Se ainda assim soar estranho descartar o óleo usado diretamente na lixeira, guarde-o numa garrafa pet, até enchê-la, aí sim descarte a garrafa no lixo orgânico, evitando assim qualquer pequeno risco de vazamento do óleo em sua lixeira.
Colaborar: Produtos feitos de materiais reciclado têm uma qualidade ótima, ao contrário da crença maior do brasileiro. Sou fã de papéis reciclados e grandes marcas já investiram nisso criando suas linhas de papelaria só de papel reciclado (adoro o A4 reciclado da Chamex). Sei de grandes empresas que só usam papel reciclado para informes ou qualquer documento impresso; um grande passo. É mais caro? Sim, por enquanto. Vale a lei da oferta e da procura, e quanto mais popular ficar, o produto reciclado vai baratear. Outro iniciativa ótima são as empresas que passam a respeitar os recursos que utilizam. A Melitta já disponibiliza no mercado o filtro de papel ecologicamente correto. É coisa de centavos mais caro que o normal e faz um café delicioso (o filtro foi redesenhado para extrair melhor sabor do pó). E também há o supra citado neste: artesanato. Como já disse, sei de gente que faz artesanato até de filtro de café usado (fica parecendo argila; dá pra moldar vasos e peças decorativas maravilhosas) ou quem reaproveite embalagens de vidro e plástico para adornar com biscuit (né Katita?), com o maior carinho e zelo, criando peças únicas, úteis e muito bonitas.
Há muito a ser feito. Acredito que se cada um fizer sua parte, ainda podemos recuperar parte do grande estrago que já provocamos ao nosso único planeta.
Participe mais e veja mais dicas e troque as suas nas comunidades do Orkut:
Reduza, reutize e recicle!: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=95869
Eu reciclo meu lixo: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=811301
16/08/2006 21:39

Me poupe
Sou uma figurinha difícil mesmo, mas fazer o quê?
A seguir as injúrias que mais ouço e as melhores respostas que já pude dar.
1. Adivinha?! (com cara de quem descobriu a roda e espera que eu adivinhe (!) isso)
Eu: Uh! Que pena, mandei minha bola de cristal pro conserto ainda hoje...
2. Surpresa!!! (com cara de quem me fez a maior alegria da minha vida)
Eu: Geralmente fico semanas sem falar com a criatura que seja capaz de tramar qualquer surpresa nas minhas costas.
3. Você anda muito sedentária... (com cara magra)
Eu: Há controvérsias.
4. Você vai comer TUDO ISSO?! (com cara magra e de nojo)
Eu: É comida. O que mais eu deveria fazer com ela?
5. Toma um ingresso VIP para a micareta de sábado. (com cara de quem me fez um grandessíssimo favor)
Eu: Só por curiosidade: quanto custa mesmo? (porque nada se perde, tudo se revende)
6. Toma um CD grátis da micareta que aconteceu sábado. (com cara de quem me fez outro grandessíssimo favor)
Eu: Sabe que tem uma mesa lá em casa que está meio côxa, precisando de um calço?! Obrigada, hein?!
7. Nooossa, como você está cheia de espinhas! (com cara de quem descobriu a roda e sentiu nojo dela)
Eu: Não são espinhas. São chifres/escamas nascendo.
8. 'Tadinha... (com cara de pena)
Eu: Há algo pior do que alguém sinta pena de você?
9. Bu! (com cara de quem gosta de me ver enfartando)
Eu: Há. Alguém que faça uma brincadeira insana dessas.
10. Você NÃO TEM celular? (com cara de "Comé então que você se comunica com o resto da humanidade?")
Eu: Não.
11. Por quê? (com cara de "Aberração da natureza!")
Eu: Porque não preciso de uma coleira eletrônica. Não por enquanto.
12. Você está namorando? (com cara de "Me-conte-me tudo, não me-esconda-me nada!")
Eu: Depende. O que você chamaria de namoro?
13. Mfrthgfyujkil! (de boca cheia)
Eu: Não diga! (pra pessoa não dizer mesmo)
14. Owuanisadndfsfd... (bocejando)
Eu: Owuanisadndfsfd. (vai-se descobrir a cura da gripe mas não vai ser possível saber porque sentimos uma vontade incontrolável de bocejar ao ver outra pessoa bocejando! e ficar com a cara toda torta em público)
15. Posso fumar aqui? (quando perguntam)
Eu: Claro que não. Para isso estão meu lindo jardim e meu enorme quintal.
16. Mas está frio lá fora!
Eu: A escolha é tua: ou você desfruta da minha companhia dentro da minha casa quentinha ou vai fumar lá fora.
17. Olha o Chico/Bono/Colin/Selton!" (apontando com o dedo)
Eu: Só se aponta para as estrelas. No céu.
18. "Entendeu?" (depois de uma longa explicação, como se eu fosse uma boboca avoada)
Eu: Entendeu. (só pra ficar à altura da cretinice da pergunta)
19. "Você está brincando?!" (quando se trata de um assunto obviamente sério)
Eu: O que se responde para uma indagação cretina dessas? Eu só fico fula, e faço cara de fula.

Da vó
Bateu aquela vontade, de até aguar a boca que precisei dar meus pulos e fazer eu mesma os bolinhos-de-chuva. Só o nome já é uma delícia, não?
É de conhecimento público que sou uma anta-cor-de-rosa na cozinha. Faço um café meia-boca e olhe lá.
Mas não é que deu certo?! Só por causa da receita, que segui tim-tim por tim-tim, abaixo (mas que fique claro que não garanto bolinhos tão redondinhos quanto os da foto by Google, claro - os meus ficam nos mais diversos e divertido formatos; uma festa):
Ingredientes:
02 xícaras de chá de farinha de trigo
02 ovos
½ copo de leite
01 colher de sopa de fermento químico
04 colheres de sopa de açúcar
01 colher de sopa de maisena
500 ml de óleo, para fritura
Modo de preparo:
Na batedeira ou à mão mesmo (com colher de pau ou um batedor de ovos, para misturar bem), bata bem os ovos e o açúcar. Junte então a farinha, o leite e a maisena e torne a bater. Por último o fermento. Reserve. Aqueça bem o óleo (é preciso estar bem quente para cozinhar a massa por dentro e deixar bem dourado por fora) e pingue (não jogue!) com cuidado pequenas quantidades da massa no óleo (não precisa pôr muito; uma colher de sobremesa rasa cresce bastante: o calor do óleo ativa o fermento quase instantaneamente). Deixe secar o excesso de óleo no papel toalha e sirva (de preferência com café passado na hora, hum.). Dica 1: Depois de frito, e ainda meio quente, passe o bolinho no açúcar refinado ou no chocolate em pó, ou numa mistura de açúcar e canela em pó. Dica 2: À massa ainda crua acrescente uma banana amassada. Dá um sabor muito bom e suave.


Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest) - Gore Vebinski, 2006: Adorei. E estou louca para ver de novo e ver o final da trilogia "Piratas do Caribe: O Fim do Mundo" (provável título, não fui eu que inventei não, rs, do original "Pirates of the Caribbean: World's End"), que se passará na Ásia, filmado simultaneamente a esta 2ª. parte, mas que só será lançado daqui 1 ano (está em fase de pós-produção e refilmagem de certas cenas).
Vocês poderiam imaginar um filme inteiro (que dirá 3!) baseado(s) num brinquedo da Disneyworld? Nem eu. Mas só deu certo mesmo porque os roteiristas estavam inspirados, criando uma estória que não se perdia em si mesma e escolheram o sempre competente, carismático, por que não dizer?!, perfeito Johnny Depp para dar cara ao projeto.
É a primeira vez que O Cara ganha uma continuação de um de seus papéis, e com hiper-produção, já que o 1º. já foi bem produzido, as continuações ganharam muito mais investimento e interesse dos investidores.
Capitão Jack Sparrow volta a se meter em encrenca, quando Davy Jones (Bill Nighy, impecável) -- o pirata monstrengo que escraviza sua tripulação por 100 anos, em troca da 'vida eterna', sendo que neste meio tempo a mesma adquire características de animais marinhos (tudo feito por motion capture, a mesma técnica usada para criar Gollum e Kong, só que melhorada); por sinal, Jones é o dono do baú do título -- cobra uma dívida antiga e por isso 'quase' trava uma guerra contra Jack.
Com tramas secundárias, que aliviam as tensões criadas pelas seqüências de ação, o filme é tão divertido quanto o "A maldição do Pérola Negra", eu diria até que mais: Sparrow rouba a cena de novo e sempre.
Orlando Bloom bem que se esforça, mas dá um dó ver o quão longe ele está de uma atuação boa, principalmente quando colocado ao lado de Stellan Skarsgård, ator sueco de 1ª. grandeza, como o pai de Will, Bootstrap Bill. Mas ele dá bom apoio às seqüências que trazem Sparrow e a outras com a tripulação, tão divertida quanto seu capitão.
Keira Knightley mostra a que veio: Elizabeth ganha cenas com espada, correria e tons teatrais, acompanhando Depp e Knighy, em trejeitos que deixam a personagem mais engraçada.
Diversão de primeira, apesar de longa: 2 horas e meia de filme. Mas chega a ser obrigatório.
enviada por Carol Maria
27/07/2006 13:00
Desisto
Oi pessoal, tudo bom?
Desde ontem que eu tento colocar um post novo no blig, mas não há cristão que consiga isso. Agora fiquei com raiva, depois de 812436514647656346455641546456 tentativas frustradas. Peço desculpas e volto na semana que vem, se o blig deixar.
beijo
enviada por GGel
26/07/2006 00:07
O fascínio da cidade pequena
Tá certo que eu moro no interior de São Paulo e que a minha cidade nem é tão grande e desenvolvida assim, mas quando me deparei com a pequena (pra não dizer, minúscula) cidade de Lidianópolis-PR desacreditei.
São apenas 4.000 habitantes que vivem da agricultura e que moram em sua maioria em casas de madeira.
Campos de trigo (cultura desta época na região) colorem o horizonte de um verde-amarelo surpreendente.
Tudo é tão tranqüilo. Casas sem muros e com janelas sem grades. Cadeiras nas varandas (de todas as casas!) para ver o pôr-do-sol e conversar com os vizinhos.
Os poucos carros permanecem muitas vezes abertos e com as chaves na ignição em frente à casa de seus proprietários.
O lazer é ir à missa, passear na pracinha e quando ocorre, a festa beneficente no salão paroquial.
O shopping mais próximo está a 260 Km e o cinema também.
O clima é de amizade, harmonia e paz.
As violências e atrocidades da cidade grande nos fazem pensar que sempre tudo foi assim: perigoso, estressante, poluído e barulhento. Entretanto, quando chega-se a um lugar como o que descrevi acima, percebe-se que todo crescimento tecnológico e industrial dos grandes centros (que por óbvio, um dia já foram pequenos) não resultou em um melhoramento qualitativo para os habitantes.
Lógico que hoje não viveríamos sem luz elétrica, televisão e automóvel, mas viveríamos muitíssimo melhor sem violência, poluição e congestionamento.
Tanto se fala em unir o útil ao agradável...É pena que nesse caso tudo não passa de uma utopia, mas não perco a esperança de que meus tetranetos possam ter um fascínio por megalópoles e principalmente pela paz de se viver nelas...
enviada por Rê
25/07/2006 00:07
ESTILO "VINTAGE" DE SER
Essa palavra vem me rondando a cabeça ultimamente e resolvi pesquisar o que ela realmente significa no mundo atual da moda.
Por incrível que pareça, vintage está na moda.
Vintage significa do passado, antigo. Roupas que podem ser usadas e/ou desgastadas. Podem ser roupas novas mas que tenham aquele "Q" de antigo e que, se bem adicionadas ao conjunto, se tornam extremamentes atuais e dentro dos mais altos padrões da moda.
Olha como a shushu aqui é boazinha. Selecionei algumas fotos e dicas para você saber se tem estilo vintage:
Aquele jeans surradinho que você tem no fundo da gaveta pode ficar totalmente "in" se você pingar algumas gotinhas de água sanitária perto do bolso e nas barras e dar uma lixada na parte da coxa. Fica quase uma copia dos jeans mais caros da Ralph Lauren.
* Bolsa... não sei a marca. Comprei numa dessas lojas que vendem desde roupas até eletrodomésticos, sabem? Mas ela é maravilhosa! São três divisões: a central com fecho éclair e as laterais com ímãs. Bolsa Denorex, sacumé? E detalhes: dois fuxicos (um dentro do outro) numa das laterais e por dentro ela é toda forrada de uma chita linda, de fundo branco e florzinhas laranja. Sim, me apaixonei por essa bolsa à primeira vista.
* Água (ó o jabá!) São Lourenço. Um achado: 300ml, quase não pesa (com o detalhe de que aqui em Poços de Caldas qualquer esquina tem uma mina para reabastecimento gratuito. Sorry, periferia. ;))
* Máquina fotográfica. Porque além de água mineral de-grátis a cidade fornece milhares e imagens lindas e/ou fotografáveis.
* Carteira. Pequenininha. Assim como meu dinheiro também o é.
* Piranha pra domar a juba.
* Porta-absorvente íntimo. Porque uma mulher (ui, jurei) prevenida vale por duas.
* Agenda. Capa emborrachada, fechada a velcro. A caneta vai dentro. Um luxo. Presente de minha irmã mais velha. Bom gosto é congênito.
* Palito de madeira, para domar a juba. (Uso ou o palito ou a piranha, não os dois juntos, caso alguém ouse pensar perguntar)
* Porta-batom com espelho, presente de Mammy Marcita, êêê! Batom Avon Color Trend "Rosa Boca" (uma delícia: hidratante e com perfume suave).
* Estojinho-necesaire. Vai de um tudo aí: escova de dentes dobrável, dentifrício, fio-dental (antes que perguntem again: sim, cuido muito e sempre dos dentes), elástico de cabelo, balinhas e/ou chicletes, lixa de unha, comprimidinhos para enxaqueca, cólica e anti-ácido (hipocondríaca é a vó!).
* Chaves. Detalhes dos chaveiros: um do boneco Michelin, com o qual me identifico muito (branquelo e cheio de dobras) e uma reprodução da bandeira do Brasil, em metal esmaltado, que ganhei de amigas quando ainda morava em Madri (meu patriotismo não galopa com as Copas; 'pressionante, né?).
Há os variantes: caderno para as aulas, pincel para quadro branco, minidicionário espanhol/português, sombrinha, luvas, cachecol (sim, aqui faz um frio de rachar mamona) etc.
P.S.: Depois que fiz a fota percebi que faltavam as chaves... UPDATE 13h: consegui 'encaixar' as chaves, no cantinho inferior à direita.
Sobre perdas e ganhos Parte II e final
De trás pra frente: o estopim para o texto da semana passada foi o texto abaixo, do escritor espanhol, Camilo José Cela (1916-2002), Prêmio Nobel de Literatura em 1989, pasmemos-nos juntos , que só vim a conhecer aqui, de volta ao Brasil, num livro de gramática espanhola que ganhei de presente de minha irmã há mais de mês.
Vocês acreditem ou não, eu vi nele um sinal.
Espero ter traduzido à altura.
Nos livros comerciais costuma haver uma conta, a chamada de perdas e ganhos, na qual, segundo acho, se anota o que não cabe com naturalidade nas outras; o subterfúgio não deixa de ter seu engenho e, graças a ele, se consegue que as colunas encaixem e os escreventes possam ir para casa, dormir em paz e bom sossego. Eu não sei nada de contabilidade (nem me faz falta saber para trabalhar) mas agora me veio a mente esta habilidade contábil ao ler, em um jornal da capital e muito menos com estupor excessivo , que os pobres são revolucionários porque não têm nada a perder; a frase é quase tão velha quanto o mundo, mas eu, na minha ingenuidade, supunha que tinha perdido vigência ou, ao menos, caído em desuso. Imagino que, quem tem algo a perder, os ricos, são contrarrevolucionários pela inversa razão e idêntico mecanismo, mas, ao dar voltas ao assunto a ambas supostas motivações, encontrei não poucas zonas de penumbra.
A que se chama nada a perder? Que algo podem perder os investidores se a coisa pública se move? Vamos com cuidado na consideração de ambas perguntas planteadas.
O pobre resignado e fatalista ou revolucionário e cheio de sonhos não pode perder nem os bens materiais, dos quais carece, nem a situação de privilégio, que desconhece. Sobre este ponto, por óbvio, não insistirei posto que não se pode perder o que não se tem.
O pobre desgraçado que procura heróico remédio a sua desgraça, sim pode perder, em troca, o que ainda não tem e às vezes como por milagre e sem explicação muito lógica: a alegria, a liberdade, a saúde (com freqüência esta última resulta da anterior) e ainda a vida, carregando o coração de esperança.
Não é pouco amargo ver que o conservador não chama algo mais que o inerte, ao que se pode conservar e com o que se pode alardear os bens materiais e faz omissão dos bens mágicos e espirituais a vida e seu normal gozo na liberdade aos que nem conta sequer porque supõe, num grave erro de enfoque, que lhe são devidos.
É preciso estar muito cego para não acertar a distinção do bem de sua aparência: a essência da mera embalagem que nem disfarça. Acima dos bens tangíveis estão os escapadiços e vaporosos que, além disso, são mais firmes e reconfortantes. No leito de morte, um velho rico e com vontade de viver daria sua fortuna e dez fortunas se tivesse em troca da juventude e a saúde: as duas noções que vai perdendo sem recuperação possível. (...)
O mundo marcha segundo uma inércia que é mais comparável ao ir e vir das marés que ao sopro do vendaval, mas, quando o vendaval se desenrola, deixa para trás um rastro de calamidades todas restauráveis e recuperáveis menos a grande e única perda que o homem não pode governar: a da vida no coração que deixou de bater. E um coração que não bate não é um coração, não tem do coração mais que a imagem, ao igual que uma liberdade que não se goza não é uma liberdade senão uma recordação, se foi perdida, ou uma ilusão, se não se chega a alcançar e a degustar e a apalpar.
A conta de perdas e ganhos na vida do homem deve ser escrita com honra contábil e, a princípio, fiscal. Fazê-la a portas fechadas e apagando, rasurando e adulterando, é um ardil que a história, mais cedo ou mais tarde, irá cobrar, sem piedade. A gente acredita no céu e no inferno, mas não na inexorável marcha da história. Talvez seja mais cômodo e menos alarmante.
A vida, a liberdade, a saúde e a alegria são os quatro naipes de um baralho com o qual o homem joga sabendo que, cada rodada que perde, é de recuperação impossível ou, quando menos, difícil. Não gosto da expressão os que não têm nada a perder; em todo caso, advirto que se costuma aplicar querendo significar o contrário do que significa e dando-lhes inverso valor às palavras. O revolucionário o homem, que com farta e dolorosa e heróica cadência histórica, costuma fazer generoso saldo dos quatro naipes que têm pode perder mais do que qualquer um possa perder no jogo da vida, como diz o tango. Daí, talvez, a força da atração sobre a juventude da figura romântica de um Che Guevara, por exemplo. Vuelta de hoja Ediciones Destino, Barcelona, 1981, páginas 146-149
13/07/2006 01:16


Quantas vezes você se pega preocupado, ou desejando algo ou alguém ou ainda se esforçando para que algo ou alguém aconteça e de repente, Plubt!, parece que o universo deu uma cambalhota e as coisas se encaixam e começam a dar certo; ou um novo caminho se abre para que a caminhada continue pra frente e pra cima quando você acha que o fundo do poço terá um subfundo, pra descer mais mesmo; ou simplesmente parece que Deus mandou um sinal por menor que seja para que você entenda, e acredite, que as coisas vão melhorar?
Acredito que a respostas de Muitas! ou Pouquíssimas... dependa muito mais se você é pessimista ou otimista. Eu tendo a ser pessimista, e como disse Katita dias atrás, quando você chega ao fundo do poço e olha pra cima e vê algo vindo em sua direção, você quer crer que é uma corda para que você suba de volta, mas na verdade é uma pá para continuar cavando e descendo. Mas outra grande amiga também já me disse várias vezes que o universo conspira a seu favor. Mesmo para uma pessimista como eu, isso já funcionou, e sem medo do clichê direi sim que o coração tem mesmo razões que a própria razão desconhece, e que Deus ou qualquer outra entidade na qual você creia está de ouvidos atentos para escutar e interpretar o que o coração quer, apesar dos pesares, apesar dos pessimismos mil, ou das pás que continuem caindo.
Já perdi muito na vida. Já perdi pessoas que valiam e ainda valem muito no que sou e no que virei a ser. Mas também fui muito abençoada porque, apesar do pessimismo que levo dentro e de ter sido criada por mineiros sempre desconfiados, se é que isso não soa redundante sempre acreditei no Deus já supra citado neste texto, que algumas vezes na minha então breve vida, foi a única esperança na qual pude me agarrar com segurança e confiança.
É fácil chorar. Encostar na parede acuado/a, não sair da cama, achar que o universo te odeia. Mas ninguém nunca disse que viver é fácil. E como muito dizia minha mãe, a tristeza não é de Deus. E ninguém pensa direito triste, nem age direito triste; é preciso a clareza e a leveza da alegria para conseguir uma vida próspera e satisfatória e se possível feliz, conforme seus objetivos.
Vocês devem estar achando que acordei filosófica hoje, mas creiam-me, filosófica é uma coisa que não sou (afinal, creio em Deus). Só queria compartilhar com vocês, ou dar força, mostrar que, mudar várias vezes, e errar várias vezes, como eu errei e mudei, tem conserto. Brincadeira, só quero compartilhar com vocês a tranqüilidade que encontrei, assim, de repente, Plubt!, num texto, que publicarei a semana que vem, posto que já falei bastante, não quero entediá-los mais.
Mas, vejam só quanta incoerência cabe neste 1,58m de gente, os deixarei com uma citação de Nietzsche: São muitos os que se obstinam a seguir pelo caminho escolhido; poucos os que perseguem um objetivo.

Meninos, nós vimos
O código Da Vinci (The Da Vinci code) Ron Howard, 2006: O livro é bom, e não passa disso. Dan Brown nunca na vida poderia se comparar (e nem eu deixaria) a autores de suspense como Agatha Christie ou os polêmicos como John Le Carré e outros. Mas o livro até que entretém bem, e apesar de não ter uma escrita muito elegante ele merece reconhecimento por articular (poucas) informações reais com o monte de ficção que foi capaz de criar. Eu sei que vim falar do filme, mas acontece que, o filme ficou quase uma cópia do livro: os diálogos e até pensamentos dos personagens foram transcritos pra tela, o que deixou o filme sonolento e confuso. Afinal até Shakespeare já foi adaptado mais livremente (vide o bacana Romeu+Julieta, de Baz Luhrman) por que cargas dágua Brown foi tão respeitado? Tenho cá pra mim que foi por pura incompetência do roteirista. Mas não é de todo ruim. Tom Hanks faz o que pode com o que restou do personagem carismático que herdou, e faz bonito (apesar do cabelo...). Audrey Tautou bem que tenta também, mas não pôde se livrar da Sophie boboca mostrada no filme (no livro ela é esperta pra dedéu, uai). Jean Reno nem precisou se esforçar, posto de Brown pensou nele ao criar o personagem. Paul Bettany dá um show, vai atuar bem assim lá em casa! E Sir Ian McKellen honrou o personagem mais polêmico do livro: é bóbvio, mas a gente torce para que ele não seja o vilão (sorry, mas já falei), tal seu carisma britânico sarcástico delicioso (se é que isso na soa redundante). Oremos, irmãos, então para que Anjos e demônios seja mais bem adaptado (porque, apesar dos trilhares de pesares, O código... rendeu mundos e fundos, e o estúdio não será besta de deixar Robert Langdon só nisso).
Missão: Impossível 3 (Mission: Impossible 3) J.J. Abrams, 2006: Vocês sabem que Tom Cruise me irrita. Basta que ele dê aquele sorriso canino para me aborrecer até a medula. Mas o indivíduo teve a sorte de cair nas mãos abençoadas do pai de Lost, então por isso me dignei a despencar da santidade do meu lar para ver o sorriso cão no cinema. Contando que a primeira parte de M: I foi divertida, a segunda bem chulé, a terceira é bem séria e muito bem feita. Além do diretor talentoso, ainda conta com Phillipe Seymour Hoffman (de quem eu gosto desde Twister; é sério!) é O cara. E eu, se fosse (Deusmelivre-e-guarde!) Tom Cruise, teria vergonha de atuar tão mequetrefemente ao lado de um cara que é O cara. Agora, vem cá: a seqüência da ponte, meus caros!, ficou um desbunde! Botou a-seqüência-da-ponte de Matrix no chinelo (e com chulé!). Alucinante. Dá vontade de dar replay everytime. Maaaas... a cena em que a mocinha-mais-alta que Cruise tenta ressuscita-lo ficou muuuito parecida à cena em que Jack tenta ressuscitar Charlie (com o detalhe de Kate se esgoelando de tanto chorar ao fundo) aliás, cena essa muito mais emocionante , na 1ª. temporada de Lost, vocês não acharam?
X-Men O confronto final (X-Men: The last stand) Brett Ratner, 2006: Deus abençoe os roteiristas competentes! Sim, porque depois de dois filmes um-melhor-que o outro e vice-versa, o que se podia esperar da continuação que mudou de mãos na última hora? Principalmente em se tratando do cara responsável por Ladrão de diamantes... Mas enfim. Sorte nossa que Ratner é parceiraço de Bryan Singer, que passou boas dicas que renderam um trabalho parecido com o que ele próprio faria, se não tivesse debandado para o concorrente Superman O retorno. O filme toca da delicada fronteira do que é normal e o que não é normal na sociedade civilizada de hoje (e sempre). A cura para algo que sai dos padrões. E o que são padrões? Basta então trocar mutantes por negros, homossexuais e está jogada a bomba. Só por isso o filme pode até deixar de ser classificado só como ficção-científica e ficar lado a lado com políticos como JFK ou até mesmo A lista de Schindler. E tão trágico como tais. Além dos muitos mutantes e lutas a mais, o filme enfatiza mais ainda Wolverine/Logan (que, Deus queira!, ganhará um filme só dele, assim como nos gibis) e todas suas contradições e faz jus mais uma vez a uma das HQs mais bacanas de todos os tempos. Obrigatório.

29/06/2006 00:01
1)Bolsa de moedas (adoro moedas, parece que sempre acabei de assaltar uma Igreja porque sempre tenho muitas moedas aqui, principalmente de R$0,05).

Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)