Domingo: Aninha
Pontinha do Cora
l

Chegando aos 30, casada e apaixonada, psic�loga, capricorniana, estudante eternamente, teimosa aos extremos, n�o admite que lhe digam o que fazer (n�o em sua vida), p� no ch�o e saudosista. No mar da vida, n�o mergulha de cabe�a, mas coloca um p� de cada vez. Pouco a falar; muito a aprender.

Segunda: Marcia
Cuka Freska

Marcia, 36anos, paulistana, casada com o Fernando, m�e do Felipe, trabalhando em Telecom (Redes de computadores). Curte filmes, m�sica e cozinhar. Ama Pearl Jam de paix�o. Blogueira a mais de um ano, fez parte do comecinho bem comecinho do 7X7, por�m ficou no "back-stage" nesse primeiro ano de vida. Teimosa e manhosa. Ama a lua, as estrelas e o mar. Sonha em morar em um vilarejo, de uma �nica rua principal e onde todos se conhecem. Tem altos e baixos com o tempo: �s vezes muito corrido, �s vezes muito livre. Ama a vida, as crian�as e os velhinhos.

Ter�a: Shu
Aconteceu Assim...

Sunara, mais conhecida como Shu desde pequena. 29 anos, mam�e do L�o e esposa do Francesco, mora em Nova York e � formada em Publicidade. Um pouco pavio curto e temperamental, mas quando gosta de algu�m � amiga verdadeira.

Quarta: R�
Pimenta Doce

Renata, 24 anos, escorpiana, acad�mica de Direito, trabalhadora, sem tempo
pra nada. Adora a natureza e todo tipo de express�o art�stica. Devia curtir
mais a vida, mas infelizmente n�o consegue muito tempo pra isso. �
determinada e perseverante. Amiga pra todas as horas. Apaixona-se facilmente
por boas id�ias, bons livros e bons papos. Ama a fam�lia, o namorado Pedro e
o gato Tukinho, seu xod�.

Quinta: GGel
Ponto Gel

Geny ou Ggel, como preferir. Campineira, nascida em 1978. Tem muitos sonhos e espera realizar pelo menos a metade deles ao longo da vida. Adora m�sica, cinema, escrever e ler. Ama muitas coisas nessa vida, principalmente dar risadas. Um tanto quanto teimosa e birrenta, nada que umas marteladas n�o resolvam. O resto...a gente escreve em linhas tortas nas portas da percep��o, paredes de banheiro, nas folhas que o outono leva ao ch�o, em livros de est�rias, na mem�ria dos dias que vir�o. Se � que eles vir�o.

Sexta: Carol
Que Ser?

20 anos, meio-estudante, quase-bab�, um bocado perdida. Paulistana criada nos bons ares de Minas, hoje vivente em Madrid. T�mida, mas com opini�o!, ir�nica, mal-humorada, metida a piadista nas horas vagas. Por�m am�vel, simp�tica e bonitinha. Determinada (�teimosa?...) em seguir sonhos para ser feliz, um dia, quem sabe. Canta no chuveiro, cozinha mal coisinhas �com�veis�, n�o sabe beber. Doida de pedra por sua fam�lia, f� com pom-pons de seus amigos. Ama felinos e morre de d� de animaizinhos quaisquer usados explorados! em filmes. Falando nisso: n�o vive sem cinema; j� � uma viciada. Abafa o caso. Ouve rock'n roll e MPB da boa; se n�o for isso, tapa os ouvidos e canta l�-l�-l� ou desliga o r�dio, pronto. L� de tudo um pouco mas prefere L.F.V., Cosmopolitan e bula de Aspirina.

S�bado:K�tia
Puta Merda

K�tia, 29 anos, casada, m�e do Nathan, gosta de ler, escrever e fazer artesanatos. Quase formada em Letras pela UFMS, apaixonada por fotografias, arquitetura antiga e hist�ria.



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Desde 13/04/04

Layout por

14/04/2007 09:48



enviada por Aninha Brasil



09/02/2007 08:39
Olá...

Só para dizer que agora estamos aqui
enviada por Aninha Brasil



18/08/2006 00:06

Reutilizar, reduzir, reciclar & colaborar

Correndo o risco de ser tachada de eco-chata e não estar nem aí pra isso, falarei de novo sobre o lixo nosso de cada dia.

Pretendo não só entediar vocês como fazê-los atentar para o fato de que a gente pode fazer muito mais do que só olhar a montanha de lixo que produzimos a cada minuto soterrar o futuro da Terra.

É bem pouco mas essencial o que podemos fazer individualmente, nem que seja só pra ficar com a consciência tranqüila ou plantar um pouco de solidariedade em nossos corações endurecidos pela falta da mesma.

Eis então o que eu tenho feito e que acredito, todo e qualquer reles mortal possa fazer também:

Reutilizar: desde garrafas pet até potes de vidro e plástico, latas de achocolatado em pó, cereais, leite em pó e similares, café solúvel, preparados para capuccino, a lista parece não ter fim. É incrível a quantidade de embalagens duráveis que jogamos fora. Basta lavar e secar bem que praticamente todas voltam a ter utilidade depois de esvaziado seu recheio consumível. Se você é refinado demais para isso e/ou tem louças caras e bonitas demais para combinar com o reaproveitamento, doe tais materiais para entidades ou pessoas que os aproveitam em artesanato, por exemplo.

Reduzir: Isopor é um dos grandes vilões da natureza. Evite comprar embutidos em bandejas de isopor ou similares. Prefira os embalados só no plástico ou a vácuo. Outra boa dica é reduzir o número de sacolas plásticas que se leva de um supermercado. Na China elas já foram proibidas, sabiam? Sei que muita gente usa destas sacolas para forrar suas latas de lixo, evitando assim de comprar sacos plásticos para lixo; louvável. Mas acontece que sempre sobra. Então alterne: num mês leve as compras para casa nas tais sacolas, no próximo mês em um carrinho de feira ou sacola de pano, (à venda em alguns grandes mercados, próprias para isto), ou naquelas sacolas de feira também.

Reciclar: Acredito que o brasieliro ainda resita muito a recilclar seu próprio lixo por não gostar de separar todos os materiais que podem ser reciclados. Ok, admito que dá mesmo muito trabalho separar um por um, em espaços individuais. Uma coisa que aprendi com uma amiga e que é uma mão na roda: plástico, isopor, embalagens longa vida, alumínio e latas quaisquer (de molhos, milho verde, essas coisas) podem ser descartados numa mesma lixeira. São materiais que não se misturam e podem ser facilmente separados pelas entidades/pessoas que reciclam e fazem disso seu sustento. Já papel e papelão têm mesmo de ser descartados em uma lixeira diferente desta primeira. Depois, todo e qualquer lixo orgânico em uma outra lixeira, ou em suas respectivas (restos de comida, comida estragada, filtros de café usados – se bem que conheço quem faça deles artesanato –, óleos etc, no lixo da cozinha; papel higiênico e similares na do banheiro, claro). Atentem para que óleos não só podem sim como devem ser descartados diretamente na lixeira da cozinha e não no ralo da pia. Não se preocupe com vazamentos: o resto do lixo ‘presente’ na lixeira da cozinha se encarrega de absorver o óleo ali descartado. Se descartado no ralo (indiretamente na água), o óleo contamina milhares de litros de água doce, uma perda irreparável nos dias de hoje. Se ainda assim soar estranho descartar o óleo usado diretamente na lixeira, guarde-o numa garrafa pet, até enchê-la, aí sim descarte a garrafa no lixo orgânico, evitando assim qualquer pequeno risco de vazamento do óleo em sua lixeira.

Colaborar: Produtos feitos de materiais reciclado têm uma qualidade ótima, ao contrário da crença maior do brasileiro. Sou fã de papéis reciclados e grandes marcas já investiram nisso criando suas linhas de papelaria só de papel reciclado (adoro o A4 reciclado da Chamex). Sei de grandes empresas que só usam papel reciclado para informes ou qualquer documento impresso; um grande passo. É mais caro? Sim, por enquanto. Vale a lei da oferta e da procura, e quanto mais popular ficar, o produto reciclado vai baratear. Outro iniciativa ótima são as empresas que passam a respeitar os recursos que utilizam. A Melitta já disponibiliza no mercado o filtro de papel ecologicamente correto. É coisa de centavos mais caro que o ‘normal’ e faz um café delicioso (o filtro foi redesenhado para extrair melhor sabor do pó). E também há o supra citado neste: artesanato. Como já disse, sei de gente que faz artesanato até de filtro de café usado (fica parecendo argila; dá pra moldar vasos e peças decorativas maravilhosas) ou quem reaproveite embalagens de vidro e plástico para adornar com biscuit (né Katita?), com o maior carinho e zelo, criando peças únicas, úteis e muito bonitas.

Há muito a ser feito. Acredito que se cada um fizer sua parte, ainda podemos recuperar parte do grande estrago que já provocamos ao nosso único planeta.

Participe mais e veja mais dicas e troque as suas nas comunidades do Orkut:

Reduza, reutize e recicle!: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=95869

Eu reciclo meu lixo: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=811301


enviada por Carol Maria



16/08/2006 21:39

Casa nova

Mudamos de casa...

Se você entrou aqui é porque ainda não sabe que mudamos de casa, não? Esse blig é ruim demais...credo.

Vá nos visitar, puxe uma cadeira e tome um "sucuzinho"...rs.
Beijocas





enviada por GGel



15/08/2006 00:07

HOTEL FAZENDA




Quando era pequena meu pai me levou à um divertido hotel fazenda em São Pedro chamado Fonte Colina Verde. Era um pacote que a firma onde ele trabalha organizou especialmente para os empregados, então imagina um ônibus, cheio de funcionários, suas respectivas esposas e respectivo bando de filhos. Boa recordação.
Então depois de muitos anos (e bota anos nisso) voltei lá com o Fran e o Léo. Algumas coisas mudaram, mas tudo muito preservado ou reformado. E me bastou somente esse retorno para me apaixonar pelo lugar. Hotel no meio do verde, com um mini parque aquático e muita diversão.
Este ano já fiz minha reserva. Alguém topa ir com a gente?

Conheça mais Aqui.

enviada por Shu



11/08/2006 00:06

Me poupe

Sou uma figurinha difícil mesmo, mas fazer o quê?

A seguir as injúrias que mais ouço e as melhores respostas que já pude dar.

1. “Adivinha?!” (com cara de quem descobriu a roda e espera que eu adivinhe (!) isso)
Eu: “Uh! Que pena, mandei minha bola de cristal pro conserto ainda hoje...”

2. “Surpresa!!!” (com cara de quem me fez a maior alegria da minha vida)
Eu: Geralmente fico semanas sem falar com a criatura que seja capaz de tramar qualquer surpresa nas minhas costas.

3. “Você anda muito sedentária...” (com cara magra)
Eu: “Há controvérsias.”

4. “Você vai comer TUDO ISSO?!” (com cara magra e de nojo)
Eu: “É comida. O que mais eu deveria fazer com ela?”

5. “Toma um ingresso VIP para a micareta de sábado.” (com cara de quem me fez um grandessíssimo favor)
Eu: “Só por curiosidade: quanto custa mesmo?” (porque nada se perde, tudo se revende)

6. “Toma um CD grátis da micareta que aconteceu sábado.” (com cara de quem me fez outro grandessíssimo favor)
Eu: “Sabe que tem uma mesa lá em casa que está meio côxa, precisando de um calço?! Obrigada, hein?!”

7. “Nooossa, como você está cheia de espinhas!” (com cara de quem descobriu a roda e sentiu nojo dela)
Eu: “Não são espinhas. São chifres/escamas nascendo.”

8. “'Tadinha...” (com cara de pena)
Eu: Há algo pior do que alguém sinta pena de você?

9. “Bu!” (com cara de quem gosta de me ver enfartando)
Eu: Há. Alguém que faça uma brincadeira insana dessas.

10. “Você NÃO TEM celular?” (com cara de "Comé então que você se comunica com o resto da humanidade?")
Eu: “Não.”

11. “Por quê?” (com cara de "Aberração da natureza!")
Eu: “Porque não preciso de uma coleira eletrônica. Não por enquanto.”

12. “Você está namorando?” (com cara de "Me-conte-me tudo, não me-esconda-me nada!")
Eu: “Depende. O que você chamaria de namoro?”

13. “Mfrthgfyujkil!” (de boca cheia)
Eu: “Não diga!” (pra pessoa não dizer mesmo)

14. “Owuanisadndfsfd...” (bocejando)
Eu: “Owuanisadndfsfd.” (vai-se descobrir a cura da gripe mas não vai ser possível saber porque sentimos uma vontade incontrolável de bocejar ao ver outra pessoa bocejando! – e ficar com a cara toda torta em público)

15. “Posso fumar aqui?” (quando perguntam)
Eu: “Claro que não. Para isso estão meu lindo jardim e meu enorme quintal.”

16. “Mas está frio lá fora!”
Eu: “A escolha é tua: ou você desfruta da minha companhia dentro da minha casa quentinha ou vai fumar lá fora.”

17. “Olha o Chico/Bono/Colin/Selton!" (apontando com o dedo)
Eu: “Só se aponta para as estrelas. No céu.”

18. "Entendeu?" (depois de uma longa explicação, como se eu fosse uma boboca avoada)
Eu: Entendeu. (só pra ficar à altura da cretinice da pergunta)

19. "Você está brincando?!" (quando se trata de um assunto obviamente sério)
Eu: O que se responde para uma indagação cretina dessas? Eu só fico fula, e faço cara de fula.


enviada por Carol Maria



09/08/2006 15:48
teste...
enviada por GGel



08/08/2006 00:07

UI QUE MEDA!


De acordo com a revista Cosmopolitan, um casal corre maior risco de se divorciar quando:

- Ambos (marido e mulher) não tenham grau superior completo.
- Os pais, pelo menos de um dos cônjuges, são divorciados.
- A situaçao financeira não está boa.
- Não tenham filhos.
- São casados há menos de 5 anos.

Botou fé?
enviada por Shu



04/08/2006 00:06


Da vó

Bateu aquela vontade, de até aguar a boca que precisei dar meus pulos e fazer eu mesma os bolinhos-de-chuva. Só o nome já é uma delícia, não?

É de conhecimento público que sou uma anta-cor-de-rosa na cozinha. Faço um café meia-boca e olhe lá.

Mas não é que deu certo?! Só por causa da receita, que segui tim-tim por tim-tim, abaixo (mas que fique claro que não garanto bolinhos tão redondinhos quanto os da foto – by Google, claro - os meus ficam nos mais diversos e divertido formatos; uma festa):

Ingredientes:
02 xícaras de chá de farinha de trigo
02 ovos
½ copo de leite
01 colher de sopa de fermento químico
04 colheres de sopa de açúcar
01 colher de sopa de maisena
500 ml de óleo, para fritura
Modo de preparo:
Na batedeira ou à mão mesmo (com colher de pau ou um batedor de ovos, para misturar bem), bata bem os ovos e o açúcar. Junte então a farinha, o leite e a maisena e torne a bater. Por último o fermento. Reserve. Aqueça bem o óleo (é preciso estar bem quente para cozinhar a massa por dentro e deixar bem dourado por fora) e pingue (não jogue!) com cuidado pequenas quantidades da massa no óleo (não precisa pôr muito; uma colher de sobremesa rasa cresce bastante: o calor do óleo ativa o fermento quase instantaneamente). Deixe secar o excesso de óleo no papel toalha e sirva (de preferência com café passado na hora, hum.). Dica 1: Depois de frito, e ainda meio quente, passe o bolinho no açúcar refinado ou no chocolate em pó, ou numa mistura de açúcar e canela em pó. Dica 2: À massa ainda crua acrescente uma banana amassada. Dá um sabor muito bom e suave.


enviada por Carol Maria



01/08/2006 00:07

TADASHI


Se algum dia você tiver uma graninha disponível para comprar um lindo vestido de noite, para usar em casamentos, coqueteis ou festas de gala, vale a pena dar um conferida nos lindos vestidos de Tadashi.
Um Estilista de origem japonesa que tem um gosto refinado e totalmente feminino. Desenha vestidos que exaltam as mais belas curvas e beleza da mulher.
Os preços não são assustadores como os de estilistas famosos, mas já atraiu a atenção de celebridades como Catherine Zeta Jones, lindíssima!
Abaixo um  modelo que amo:



E confiram o site dele Aqui.


enviada por Shu



30/07/2006 00:07

Continuando com o Jogo da Bolsa...








1) A BOLSA - foi amor à primeira vista. Depois de passar um bom tempo sem comprar bolsas, me apaixonei por esta, em dois tons aperuados, porém suaves: dourado e prateado. Já falei prá Shu que dentro de mim existe uma perua que as vezes aparece em "pequenos detalhes"! Hehe...

2) SOMBRINHA - para tempo instável, comum neste período do ano, já que não custa se previnir!

3) CARTEIRA - Vermelha, sim (mais uma manifestação da "peruice enrustida"), mas não porque dizem que atrai dinheiro, mas porque eu acho bonito. Esta eu ganhei no último dia dos namorados, prá substituir a antiga carteira vermelha, já detonada. Leva cartões de visita, documentos, pinça, sal (para casos de baixar a pressão), santinhos, clips, foto minha com o Xande e um tiquinho de din-din.

4) CHAVES DA CASA - e também da casa da mãe, já que a gente não se desliga "assim", de um dia pro outro. Chaveiro de abelha com minha foto. Tá bom, é bem infantil, sim...

5) CHAVES DO TRABALHO - lá tudo é trancado. Prá alegrar um pouquinho, o chaveiro que ganhamos de um Pet-Shop; não pela Hello Kit, que não curto muito, mas pelo gatinho que ela é, remetendo aos meus dois lindos: Xaxá e Fiona.

6) ÓCULOS - simplesmente indispensável.

7) ÓCULOS DE SOL - também com grau, já que ultimamente já me pegava acenando para quem eu não conhecia e não cumprimentava pessoas conhecidas que passavam não muito longe. Coisas da idade...

8) CANETA - eu costumava levar uma mini-caneta na carteira, mas depois que acabou a carga ainda não a substituí. Então, tenho levado essa dentro da bolsa. Prá lá de básica - e feia.

9) NECESAIRE - ganhei do meu irmão, no Natal. Ao lado da foto maior, outra imagem, com o que ela comporta: porta-absorventes, escova e pasta de dente, pó facial e protetor solar para o rosto - Natura, lixa de unha, palito para os dentes, paracetamol e mini-sabonete.

Bom, não há muito. Mas se a bolsa de uma mulher pode revelar indídicos de quem ela seja, esta sou eu!

ABRAÇO ESPECIAL DO DIA: Ele vai para a nossa amiga Carolita, que está aniversário nesta data!! Querida, que Deus te conceda sempre muita saúde, para que possas seguir com toda a garra atrás de teus sonhos!
enviada por Aninha Brasil



28/07/2006 00:06

Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest) - Gore Vebinski, 2006: Adorei. E estou louca para ver de novo e ver o final da trilogia "Piratas do Caribe: O Fim do Mundo" (provável título, não fui eu que inventei não, rs, do original "Pirates of the Caribbean: World's End"), que se passará na Ásia, filmado simultaneamente a esta 2ª. parte, mas que só será lançado daqui 1 ano (está em fase de pós-produção e refilmagem de certas cenas).

Vocês poderiam imaginar um filme inteiro (que dirá 3!) baseado(s) num brinquedo da Disneyworld? Nem eu. Mas só deu certo mesmo porque os roteiristas estavam inspirados, criando uma estória que não se perdia em si mesma e escolheram o sempre competente, carismático, por que não dizer?!, perfeito Johnny Depp para dar cara ao projeto.

É a primeira vez que O Cara ganha uma continuação de um de seus papéis, e com hiper-produção, já que o 1º. já foi bem produzido, as continuações ganharam muito mais investimento e interesse dos investidores.

Capitão Jack Sparrow volta a se meter em encrenca, quando Davy Jones (Bill Nighy, impecável) -- o pirata monstrengo que escraviza sua tripulação por 100 anos, em troca da 'vida eterna', sendo que neste meio tempo a mesma adquire características de animais marinhos (tudo feito por motion capture, a mesma técnica usada para criar Gollum e Kong, só que melhorada); por sinal, Jones é o dono do baú do título -- cobra uma dívida antiga e por isso 'quase' trava uma guerra contra Jack.

Com tramas secundárias, que aliviam as tensões criadas pelas seqüências de ação, o filme é tão divertido quanto o "A maldição do Pérola Negra", eu diria até que mais: Sparrow rouba a cena de novo e sempre.

Orlando Bloom bem que se esforça, mas dá um dó ver o quão longe ele está de uma atuação boa, principalmente quando colocado ao lado de Stellan Skarsgård, ator sueco de 1ª. grandeza, como o pai de Will, Bootstrap Bill. Mas ele dá bom apoio às seqüências que trazem Sparrow e a outras com a tripulação, tão divertida quanto seu capitão.

Keira Knightley mostra a que veio: Elizabeth ganha cenas com espada, correria e tons teatrais, acompanhando Depp e Knighy, em trejeitos que deixam a personagem mais engraçada.

Diversão de primeira, apesar de longa: 2 horas e meia de filme. Mas chega a ser obrigatório.

enviada por Carol Maria



27/07/2006 13:00
Desisto

Oi pessoal, tudo bom?
Desde ontem que eu tento colocar um post novo no blig, mas não há cristão que consiga isso. Agora fiquei com raiva, depois de 812436514647656346455641546456 tentativas frustradas. Peço desculpas e volto na semana que vem, se o blig deixar.
beijo

enviada por GGel



26/07/2006 00:07

O fascínio da cidade pequena


Tá certo que eu moro no interior de São Paulo e que a minha cidade nem é tão grande e desenvolvida assim, mas quando me deparei com a pequena (pra não dizer, minúscula) cidade de Lidianópolis-PR desacreditei.

São apenas 4.000 habitantes que vivem da agricultura e que moram em sua maioria em casas de madeira.
Campos de trigo (cultura desta época na região) colorem o horizonte de um verde-amarelo surpreendente.
Tudo é tão tranqüilo. Casas sem muros e com janelas sem grades. Cadeiras nas varandas (de todas as casas!) para ver o pôr-do-sol e conversar com os vizinhos.
Os poucos carros permanecem muitas vezes abertos e com as chaves na ignição em frente à casa de seus proprietários.
O lazer é ir à missa, passear na pracinha e quando ocorre, a festa beneficente no salão paroquial.
O shopping mais próximo está a 260 Km e o cinema também.
O clima é de amizade, harmonia e paz.

As violências e atrocidades da “cidade grande” nos fazem pensar que sempre tudo foi assim: perigoso, estressante, poluído e barulhento. Entretanto, quando chega-se a um lugar como o que descrevi acima, percebe-se que todo crescimento tecnológico e industrial dos grandes centros (que por óbvio, um dia já foram pequenos) não resultou em um melhoramento qualitativo para os habitantes.
Lógico que hoje não viveríamos sem luz elétrica, televisão e automóvel, mas viveríamos muitíssimo melhor sem violência, poluição e congestionamento.

Tanto se fala em unir o útil ao agradável...É pena que nesse caso tudo não passa de uma utopia, mas não perco a esperança de que meus tetranetos possam ter um fascínio por megalópoles e principalmente pela paz de se viver nelas...

enviada por Rê



25/07/2006 00:07

ESTILO "VINTAGE" DE SER


Essa palavra vem me rondando a cabeça ultimamente e resolvi pesquisar o que ela realmente significa no mundo atual da moda.
Por incrível que pareça, vintage está na moda.
Vintage significa do passado, antigo. Roupas que podem ser usadas e/ou desgastadas. Podem ser roupas novas mas que tenham aquele "Q" de antigo e que, se bem adicionadas ao conjunto, se tornam extremamentes atuais e dentro dos mais altos padrões da moda.

Olha como a shushu aqui é boazinha. Selecionei algumas fotos e dicas para você saber se tem estilo vintage:



Uma bolsa Louis Vuitton vintage como essa da foto custa horrores. Para que pagar tanto por algo passado...rs...sacaram a piadinha?





Reese Witherspoon totalmente apaixonante num Dior Vintage no Oscar passado quando ganhou o prêmio de melhor atriz.





Pegue aquela maletinha da vovó que era feita antigamente de papelão e revestida com madeira. Dê um toque de "viajada" com adesivos e penduricalhos das viagens que você já fez. Fica linda!





Sabe aquela bata angelical que tua mãe usou na gravidez? Pegue e borde flores com linhas coloridas ou com miçangas (você encontra batas já prontas em lojas também, mas não envelhecida que é o charme principal do vintage) e vista acrescentando uma faixa de seda que estão usando muito agora na cintura.Perfeito!



Aquele jeans surradinho que você tem no fundo da gaveta pode ficar totalmente "in" se você pingar algumas gotinhas de água sanitária perto do bolso e nas barras e dar uma lixada na parte da coxa. Fica quase uma copia dos jeans mais caros da Ralph Lauren.


Eu adoro Vintage e você?

enviada por Shu



22/07/2006 00:01

Bichos soltos...

Moro em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, estado que abriga dois terços do Pantanal.
Muita gente que não conhece pensa (e pergunta) se por aqui há cobras e jacarés no meio das ruas. Parece brincadeira, mas já me perguntaram isso – ou a alguém que conheço – de verdade.

Bem....encontrar assim, todo dias, a gente não encontra não, mas as vezes rola. Dias desses mesmo, durante a caminhada, me deparei com essa bitela da foto ai. Infelizmente a pessoa que cruzou o caminho dela (ou será ela quem teria cruzado o caminho da pessoa? Hummm....deixa pra lá!) sentiu-se ameaçado e lascou-lhe uma pedrada na cabeça. Eu teria chamado o CRAS (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres), mas já era tarde. Só me restou sacar o celular e fazer a todo.
No fim da tarde o céu é tingido de alaranjado e revoadas de pássaros de todas as espécies barulhentas ganham o céu da cidade. São araras coloridíssimas, periquitos verdes gritões, silenciosos mas belos tucanos...
Rimos quando nos perguntam sobre os bichos soltos nas ruas. Sabemos que a quantidade de animais silvestres é bem maior que em outros centros urbanos, mas fazer uma foto como a que eu fiz é coisa rara e poderia ter acontecido em qualquer lugar do Brasil.
Minha tia quando resolveu mudar-se do Rio de Janeiro para Campo Grande, ouviu muita coisa do tipo: “ O que você vai fazer lá....só tem mato....”. Como ela já conhecia, dizia coisas do tipo “nããããããããããoooo! Lá tem até Riachuelo, Pernambucanas, Americanas, C&A e MacDonalds...rs....” assim ela tentava convencer que Pantanal mesmo, cheio de bichos e água para todos os lados fica a mais de 300 km daqui.
Mas se me perguntarem se bichos disputam lugar nas ruas com carros, motos e pessoas, respondo que agorinha mesmo dei de cara com uma onça pintada. E a bichona era grande, hem?
enviada por Kátia Bandeira



21/07/2006 00:06

(Ah, também quero)

É assim que conheço esse lance de fotografar tudo o que há na bolsa e botar a foto no blog.

Já tinha feito isso no meu cafofo. Mas a bolsa nova merece aparecer também. Em sentido horário:

* Bolsa... não sei a marca. Comprei numa dessas lojas que vendem desde roupas até eletrodomésticos, sabem? Mas ela é maravilhosa! São três divisões: a central com fecho éclair e as laterais com ímãs. Bolsa Denorex, sacumé? E detalhes: dois fuxicos (um dentro do outro) numa das laterais e por dentro ela é toda forrada de uma chita linda, de fundo branco e florzinhas laranja. Sim, me apaixonei por essa bolsa à primeira vista.

* Água (ó o jabá!) São Lourenço. Um achado: 300ml, quase não pesa (com o detalhe de que aqui em Poços de Caldas qualquer esquina tem uma mina para reabastecimento gratuito. Sorry, periferia. ;))

* Máquina fotográfica. Porque além de água mineral ‘de-grátis’ a cidade fornece milhares e imagens lindas e/ou fotografáveis.

* Carteira. Pequenininha. Assim como meu dinheiro também o é.

* Piranha pra domar a juba.

* Porta-absorvente íntimo. Porque uma mulher (ui, jurei) prevenida vale por duas.

* Agenda. Capa emborrachada, fechada a velcro. A caneta vai dentro. Um luxo. Presente de minha irmã mais velha. Bom gosto é congênito.

* Palito de madeira, para domar a juba. (Uso ou o palito ou a piranha, não os dois juntos, caso alguém ouse pensar perguntar)

* Porta-batom com espelho, presente de Mammy Marcita, êêê! Batom Avon Color Trend "Rosa Boca" (uma delícia: hidratante e com perfume suave).

* Estojinho-necesaire. Vai de um tudo aí: escova de dentes dobrável, dentifrício, fio-dental (antes que perguntem again: sim, cuido muito e sempre dos dentes), elástico de cabelo, balinhas e/ou chicletes, lixa de unha, comprimidinhos para enxaqueca, cólica e anti-ácido (hipocondríaca é a vó!).

* Chaves. Detalhes dos chaveiros: um do boneco Michelin, com o qual me identifico muito (branquelo e cheio de dobras) e uma reprodução da bandeira do Brasil, em metal esmaltado, que ganhei de amigas quando ainda morava em Madri (meu patriotismo não galopa com as Copas; 'pressionante, né?).

Há os variantes: caderno para as aulas, pincel para quadro branco, minidicionário espanhol/português, sombrinha, luvas, cachecol (sim, aqui faz um frio de rachar mamona) etc.

P.S.: Depois que fiz a fota percebi que faltavam as chaves... UPDATE 13h: consegui 'encaixar' as chaves, no cantinho inferior à direita.


enviada por Carol Maria



18/07/2006 00:07

EU QUERO PAZ!




Depois de uma série de atentados em São Paulo há menos de 2 meses, o PCC decide agir novamente. O estado em guerra civil!
Isso vai ter fim? Se tiver, de quem será a vitória?
Meus pais estão se mudando para uma cidade litorânea mais tranquila. Santo André não é mais a mesma. O medo até de sair com o carro da garagem os enjaulou dentro de quatro paredes e isso não é viver, é se esconder.
Eu, com minha louca vontade de voltar ao Brasil, desisto pouco a pouco desse sonho pois a coragem vem me faltando ultimamente.
Brasil que era um refúgio paradisíaco, aonde imigrantes vinham fugidos das guerras em seus devidos países...e hoje? Para onde fugiremos?
Estados Unidos em constante guerra e ameaça terrorista?
Europa com a economia balançada e também alvo terrorista?
Japão com a Coréia do Norte ameaçando bombardeá-lo?
Meu Deus! Socorro! Que futuro teremos ou/e daremos aos nossos filhos?

Grite comigo: EU QUERO PAZ!

PS: Feliz Aniversário ao fofíssimo Nathan, filho da nossa querida Katita! Beijos!

enviada por Shu



14/07/2006 00:06

Sobre perdas e ganhos – Parte II e final

De trás pra frente: o estopim para o texto da semana passada foi o texto abaixo, do escritor espanhol, Camilo José Cela (1916-2002), Prêmio Nobel de Literatura em 1989, – pasmemos-nos juntos –, que só vim a conhecer aqui, de volta ao Brasil, num livro de gramática espanhola que ganhei de presente de minha irmã há mais de mês.

Vocês acreditem ou não, eu vi nele um sinal.

Espero ter traduzido à altura.

“Nos livros comerciais costuma haver uma conta, a chamada de perdas e ganhos, na qual, segundo acho, se anota o que não cabe com naturalidade nas outras; o subterfúgio não deixa de ter seu engenho e, graças a ele, se consegue que as colunas encaixem e os escreventes possam ir para casa, dormir em paz e bom sossego. Eu não sei nada de contabilidade (nem me faz falta saber para trabalhar) mas agora me veio a mente esta habilidade contábil ao ler, em um jornal da capital – e muito menos com estupor excessivo –, que os pobres são revolucionários “porque não têm nada a perder”; a frase é quase tão velha quanto o mundo, mas eu, na minha ingenuidade, supunha que tinha perdido vigência ou, ao menos, caído em desuso. Imagino que, quem tem algo a perder, os ricos, são contrarrevolucionários pela inversa razão e idêntico mecanismo, mas, ao dar voltas ao assunto a ambas supostas motivações, encontrei não poucas zonas de penumbra.

A que se chama “nada a perder”? Que “algo” podem perder os investidores se a coisa pública se move? Vamos com cuidado na consideração de ambas perguntas planteadas.

O pobre – resignado e fatalista ou revolucionário e cheio de sonhos – não pode perder nem os bens materiais, dos quais carece, nem a situação de privilégio, que desconhece. Sobre este ponto, por óbvio, não insistirei posto que não se pode perder o que não se tem.

O pobre desgraçado que procura heróico remédio a sua desgraça, sim pode perder, em troca, o que ainda não tem e às vezes como por milagre e sem explicação muito lógica: a alegria, a liberdade, a saúde (com freqüência esta última resulta da anterior) e ainda a vida, carregando o coração de esperança.

Não é pouco amargo ver que o conservador não chama “algo” mais que o inerte, ao que se pode conservar e com o que se pode alardear – os bens materiais – e faz omissão dos bens mágicos e espirituais – a vida e seu normal gozo na liberdade – aos que nem conta sequer porque supõe, num grave erro de enfoque, que lhe são devidos.

É preciso estar muito cego para não acertar a distinção do bem de sua aparência: a essência da mera embalagem que nem disfarça. Acima dos bens tangíveis estão os escapadiços e vaporosos que, além disso, são mais firmes e reconfortantes. No leito de morte, um velho rico e com vontade de viver daria sua fortuna – e dez fortunas se tivesse – em troca da juventude e a saúde: as duas noções que vai perdendo sem recuperação possível. (...)

O mundo marcha segundo uma inércia que é mais comparável ao ir e vir das marés que ao sopro do vendaval, mas, quando o vendaval se desenrola, deixa para trás um rastro de calamidades todas restauráveis e recuperáveis menos a grande e única perda que o homem não pode governar: a da vida no coração que deixou de bater. E um coração que não bate não é um coração, não tem do coração mais que a imagem, ao igual que uma liberdade que não se goza não é uma liberdade senão uma recordação, se foi perdida, ou uma ilusão, se não se chega a alcançar e a degustar e a apalpar.

A conta de perdas e ganhos na vida do homem deve ser escrita com honra contábil e, a princípio, fiscal. Fazê-la a portas fechadas e apagando, rasurando e adulterando, é um ardil que a história, mais cedo ou mais tarde, irá cobrar, sem piedade. A gente acredita no céu e no inferno, mas não na inexorável marcha da história. Talvez seja mais cômodo e menos alarmante.

A vida, a liberdade, a saúde e a alegria são os quatro naipes de um baralho com o qual o homem joga sabendo que, cada rodada que perde, é de recuperação impossível ou, quando menos, difícil. Não gosto da expressão “os que não têm nada a perder”; em todo caso, advirto que se costuma aplicar querendo significar o contrário do que significa e dando-lhes inverso valor às palavras. O revolucionário – o homem, que com farta e dolorosa e heróica cadência histórica, costuma fazer generoso saldo dos quatro naipes que têm – pode perder mais do que qualquer um possa perder no jogo da vida, como diz o tango. Daí, talvez, a força da atração sobre a juventude da figura romântica de um Che Guevara, por exemplo.”
“Vuelta de hoja” – Ediciones Destino, Barcelona, 1981, páginas 146-149


enviada por Carol Maria



13/07/2006 01:16
O que ele disse?

Acho que quase toda família, ou outro tipo de arranjo social, tem umas coisas muitos interessantes e particulares, principalmente os códigos.
Você não precisa contar estórias inteiras para se fazer entender, é possível ser bem compreendido com uma única palavra ou frase, talvez até um olhar ou gesto específico já seja suficiente para que captem sua idéia. Basta isso para que todas as pessoas que fazem parte desse grupo, e sabem esse código, sejam capazes de “pegar no ar” o se quer dizer.
Aqui em casa a gente tem um costume, sempre que alguém pergunta “O que ele/ela disse?” o outro responde da seguinte forma: “Ele/ela disse que se for eleito/a...”



Pronto, é motivo mais do que suficiente para provocar boas risadas. Incrível, toda vez é a mesma coisa. Até a Julia, minha sobrinha lindona que tem 6 anos, já entrou na onda e agora também responde do mesmo jeito. Esse é um código que só aqui em casa faz sentido e eu não vou decifrá-lo...rs...que malvada que eu sou.
Uma coisa é importante, note a diferença na pergunta, não pode ser "o que ele/ela falou?", esse "falou" não tem o mesmo efeito. Para ter essa resposta-código tem que perguntar o que “ele/ela disse”. Detalhe, essa frase é de uma piada que minha mãe contou há muito tempo atrás e, pelo jeito, vai atravessar gerações.
A pior parte é quando pessoas “de fora” falam essa frase e me dá vontade de rir. Isso já aconteceu com meu chefe e sabe o que ele disse? Ele disse que se for eleito...

enviada por GGel



09/07/2006 00:07


Em 09/07/1950, nasceu o Lourival. Desse nascimento, nós conhecemos a data. E ela é comemorada hoje. Porém, a homenagem que gostaríamos de fazer neste dia refere-se a um nascimento cuja data não sabemos precisar: o do Montanha. Por que razão não contabilizamos com exatidão a idade do Montanha? Porque ele se originou ao longo do desenvolvimento de suas filhas. Uma vez que, se o Lourival surgiu a partir de seus pais, o Montanha é fruto de sua função paterna.

Montanha foi o nome que o Lourival utilizou para camuflar o pai franzino e risonho, de modo à “assustar” os pretendentes de suas meninas. Rindo, brincava: “Quero ver quem é que vai chegar perto quando disserem que o pai de vocês se chama Montanha!”. Dizia que atenderia ao telefone, falando grosso com a primeira voz masculina que apontasse do outro lado da linha pedindo para falar com a Ana ou com a Denise: “Aqui é o Montanha, o pai delas!!!”.

Por detrás da brincadeira, intenções compreensíveis de um pai zeloso. Um pai coruja, mostrando seu carinho e preocupação com as filhas e que até hoje faz o que pode para protegê-las, enquanto se abrem para o mundo. Um pai “Montanha” na grandiosidade de seu coração e na fortaleza que busca ser, na medida em que se constitui porto-seguro às filhas, até mesmo quando já não se reside mais na mesma casa.

E, se nos perguntarem quem é nosso pai, não hesitaremos em pronunciar: “Somos filhas do Montanha”!

Querido, feliz aniversário!!!
Branca e Dê!

(P.S.: Excepcionalmente hoje, o 7x7 tem a participação da Morena Dê Rosa).
enviada por Aninha Brasil



08/07/2006 00:01

Você conhece esse cara?



Provavelmente já o viu em alguma produção recente. Ele tem trabalhando bastante. É bonito, atua bem e seu cachê não é milionário.
O nome dele é Mark Rufallo e tem o dom de interpretar o namorado perfeito, daqueles que deixam a gente suspirando depois que o filme acaba.
A primeira vez que o vi, foi num filme ruim de doer, “Em carne Viva”, em que os únicos atrativos eram ele e os peitos da Meg Ryan. Ele viveu um policial com um “Q” de sedutor que fazia a Meg Ryan subir pelas paredes. Quem acabou subindo junto foi euzinha aqui.
Em “Colateral” fez novamente um policial que morreu sem mais nem menos, pelas mãos do Tom Cruise.
Protagonizou ao lado da Kirsten Dunst a cena mais ridícula da sua carreira, pulando de cueca na cama, enquanto Jim Carrey tinhas suas lembranças apagadas da mente em “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”.
Em “Tentação”, perturbador filme sobre fidelidade e relacionamento aberto, ele é um dos maridos envolvidos na troca de casais.
Quando em “De Repente 30”, em oposição a cena ridícula ao lado da Sra. Aranha, ele se redime, brilhando na melhor seqüência de dança dos últimos tempos, ao lado da Jennifer Garner, ao som de Michel Jackson. Arriei os quatro pneus!
Ao lado da ex-Sra.Pitt ele fez novamente o papel de namorado perfeito em “Dizem por ai”. Ótimo filme, mas Kevin Costner parece ser mais sedutor nesta produção.
Teve a oportunidade de fazer chorar em “E se fosse verdade” quando o personagem falava da esposa falecida. Assista!
Também esteve em “Minha Vida sem Mim”, filme que ainda não encontrei aqui em Campo Grande para assistir. Dizem que é triste de chorar baldes...
Foi advogado, fotógrafo, policial, detetive, paisagista, técnico em computador, corno....
Anotem esse nome e assistam aos filmes aqui citados. Vale a pena ver essa carinha bonita.
Ui...ui...Como diz a Carol Maria: "Jesus Apaga a Luz!"


enviada por Kátia Bandeira



07/07/2006 00:06

Sobre perdas e ganhos

Quantas vezes você se pega preocupado, ou desejando algo – ou alguém – ou ainda se esforçando para que algo – ou alguém – aconteça e de repente, “Plubt!”, parece que o universo deu uma cambalhota e as coisas se encaixam e começam a dar certo; ou um novo caminho se abre para que a caminhada continue pra frente e pra cima quando você acha que o fundo do poço terá um subfundo, pra descer mais mesmo; ou simplesmente parece que Deus mandou um sinal – por menor que seja – para que você entenda, e acredite, que as coisas vão melhorar?

Acredito que a respostas de “Muitas!” ou “Pouquíssimas...” dependa muito mais se você é pessimista ou otimista. Eu tendo a ser pessimista, e como disse Katita dias atrás, quando você chega ao fundo do poço e olha pra cima e vê algo vindo em sua direção, você quer crer que é uma corda para que você suba de volta, mas na verdade é uma pá para continuar cavando e descendo. Mas outra grande amiga também já me disse várias vezes que o universo conspira a seu favor. Mesmo para uma pessimista como eu, isso já funcionou, e sem medo do clichê direi sim que o coração tem mesmo razões que a própria razão desconhece, e que Deus – ou qualquer outra entidade na qual você creia – está de ouvidos atentos para escutar e interpretar o que o coração quer, apesar dos pesares, apesar dos pessimismos mil, ou das pás que continuem caindo.

Já perdi muito na vida. Já perdi pessoas que valiam e ainda valem muito no que sou e no que virei a ser. Mas também fui muito abençoada porque, apesar do pessimismo que levo dentro – e de ter sido criada por mineiros sempre desconfiados, se é que isso não soa redundante – sempre acreditei no Deus já supra citado neste texto, que algumas vezes na minha então breve vida, foi a única esperança na qual pude me agarrar com segurança e confiança.

É fácil chorar. Encostar na parede acuado/a, não sair da cama, achar que o universo te odeia. Mas ninguém nunca disse que viver é fácil. E como muito dizia minha mãe, a tristeza não é de Deus. E ninguém pensa direito triste, nem age direito triste; é preciso a clareza e a leveza da alegria para conseguir uma vida próspera e satisfatória e se possível feliz, conforme seus objetivos.

Vocês devem estar achando que acordei filosófica hoje, mas creiam-me, filosófica é uma coisa que não sou (afinal, creio em Deus). Só queria compartilhar com vocês, ou dar força, mostrar que, mudar várias vezes, e errar várias vezes, como eu errei e mudei, tem conserto. Brincadeira, só quero compartilhar com vocês a tranqüilidade que encontrei, assim, de repente, “Plubt!”, num texto, que publicarei a semana que vem, posto que já falei bastante, não quero entediá-los mais.

Mas, vejam só quanta incoerência cabe neste 1,58m de gente, os deixarei com uma citação de Nietzsche: “São muitos os que se obstinam a seguir pelo caminho escolhido; poucos os que perseguem um objetivo.”


enviada por Carol Maria



06/07/2006 00:02
Coisas que me fazem sorrir...



Não adianta, por mais feliz que empolgado que a gente seja, tem um dia que o bode te pega. Seja por um motivo real ou pura TPM, no caso das fêmeas...rs. Quando estou assim, pra baixo, algumas coisas conseguem me animar, mesmo que à primeira vista possam parecer bobas para a maioria das pessoas:
1)Ver a foto da Julia (minha sobrinha) vestida de Rambo, com faixa vermelha e tudo, no plano de fundo do meu celular;Ou, a foto do João (meu mais novo sobrinho) na tela do computador, também sorrindo (e ele só tem 1 semana...ti fofo);
2)Ouvir música. Algumas "aparecem" no momento certo e hora exata;
3)Lembrar as músicas infames que meu irmão fazia pra mim, quando éramos pequenos: “Ali, passava boi, passava boiada, passava a Geny com as calcinhas rasgadas e todo mundo via o seu bundão”...só uma mente cretina é capaz de compor essa pérola...hahahaha.
4)Sentir o vento no rosto, seja com o carro ou ônibus em movimento;
5)Um abraço bem apertado, de urso mesmo. Se vier com beijo fica melhor ainda. Não de todo mundo, claro. Nada de fazer fila pra querer me beijar...rs;
6)Mexer no meu cabelo: cortar, pintar, pentear ou qualquer outra coisa, mas impune que ele não fica.

É, ainda bem que eu consigo sorrir com coisas simples e baratas. Imagina se só conseguisse mostrar os dentes (como diz minha mãe) andando numa Ferrari...tava lascada e deprimida.

enviada por GGel



05/07/2006 07:44

Receitinha facinha


Eu que pensava que não contribuiria com nenhuma receita aqui no blog, acabei encontrando esta supre fácil e ótima para esquentar os dias frios.

Chocolate quente cremoso

04 copos de leite
02 colheres de amido de milho
Chocolate em pó a gosto
Açúcar a gosto
01 lata de creme de leite

Colocar o leite na panela, deixando meio copo para dissolver o amido de milho. Quando estiver bem dissolvida, junta com o restante do leite na panela, adoçar a seu gosto e colocar o chocolate em pó.
Deixa no fogo até encorpar (mas sem chegar ao ponto de mingau, só uma leve engrossada).
Retira do fogo, coloca em copos e põe o creme de leite por cima, sem misturar.
Agora é só se deliciar...

A quantidade de copos de leite, é a quantidade de pessoas que serão servidas. Para mais copos de leite, acrescentar 1 colher de amido de milho para cada 2 copos.

Espero que gostem e se aqueçam.

Beijinhos.

enviada por Rê



01/07/2006 19:38

Depois do jogo...

O tempo fechou de repente. Tava tudo clarinho, limpinho, mas assim que acabou o jogo, tudo escureceu. Eu na rua, de moto, lutando contra um vento de 90 km/h. Como eu sabia que perderia essa luta, parei e troquei de lugar com meu marido, que assumiu a direção.
Olhando para o céu, parecia um desabafo, uma fúria, um grito de lamento. Caiu água, o vento arrancou algumas árvores, mas depois disso, Deus que é brasileiro, senti-se melhor por ter colocado tudo pra fora. A noite caiu limpa. Chorar já não adianta mais.
Agora só resta torcer pra Felipão.


enviada por Kátia Bandeira



30/06/2006 00:06

Meninos, nós vimos

O código Da Vinci (The Da Vinci code) – Ron Howard, 2006: O livro é bom, e não passa disso. Dan Brown nunca na vida poderia se comparar (e nem eu deixaria) a autores de suspense como Agatha Christie ou os polêmicos como John Le Carré e outros. Mas o livro até que entretém bem, e apesar de não ter uma escrita muito elegante ele merece reconhecimento por articular (poucas) informações reais com o monte de ficção que foi capaz de criar. Eu sei que vim falar do filme, mas acontece que, o filme ficou quase uma cópia do livro: os diálogos e até pensamentos dos personagens foram transcritos pra tela, o que deixou o filme sonolento e confuso. Afinal até Shakespeare já foi adaptado mais livremente (vide o bacana “Romeu+Julieta”, de Baz Luhrman) por que cargas d’água Brown foi tão respeitado? Tenho cá pra mim que foi por pura incompetência do roteirista. Mas não é de todo ruim. Tom Hanks faz o que pode com o que restou do personagem carismático que herdou, e faz bonito (apesar do cabelo...). Audrey Tautou bem que tenta também, mas não pôde se livrar da Sophie boboca mostrada no filme (no livro ela é esperta pra dedéu, uai). Jean Reno nem precisou se esforçar, posto de Brown pensou nele ao criar o personagem. Paul Bettany dá um show, vai atuar bem assim lá em casa! E Sir Ian McKellen honrou o personagem mais polêmico do livro: é bóbvio, mas a gente torce para que ele não seja o vilão (sorry, mas já falei), tal seu carisma britânico sarcástico delicioso (se é que isso na soa redundante). Oremos, irmãos, então para que “Anjos e demônios” seja mais bem adaptado (porque, apesar dos trilhares de pesares, “O código...” rendeu mundos e fundos, e o estúdio não será besta de deixar Robert Langdon só nisso).

Missão: Impossível 3 (Mission: Impossible 3) – J.J. Abrams, 2006: Vocês sabem que Tom Cruise me irrita. Basta que ele dê aquele sorriso canino para me aborrecer até a medula. Mas o indivíduo teve a sorte de cair nas mãos abençoadas do pai de “Lost”, então por isso me dignei a despencar da santidade do meu lar para ver o sorriso cão no cinema. Contando que a primeira parte de “M: I” foi divertida, a segunda bem chulé, a terceira é bem séria e muito bem feita. Além do diretor talentoso, ainda conta com Phillipe Seymour Hoffman (de quem eu gosto desde “Twister”; é sério!) é O cara. E eu, se fosse (Deusmelivre-e-guarde!) Tom Cruise, teria vergonha de atuar tão mequetrefemente ao lado de um cara que é O cara. Agora, vem cá: a seqüência da ponte, meus caros!, ficou um desbunde! Botou “a-seqüência-da-ponte” de “Matrix” no chinelo (e com chulé!). Alucinante. Dá vontade de dar “replay” everytime. Maaaas... a cena em que a mocinha-mais-alta que Cruise tenta ressuscita-lo ficou muuuito parecida à cena em que Jack tenta ressuscitar Charlie (com o detalhe de Kate se esgoelando de tanto chorar ao fundo) – aliás, cena essa muito mais emocionante –, na 1ª. temporada de “Lost”, vocês não acharam?

X-Men – O confronto final (X-Men: The last stand) – Brett Ratner, 2006: Deus abençoe os roteiristas competentes! Sim, porque depois de dois filmes um-melhor-que o outro e vice-versa, o que se podia esperar da continuação que mudou de mãos na última hora? Principalmente em se tratando do cara responsável por “Ladrão de diamantes”... Mas enfim. Sorte nossa que Ratner é parceiraço de Bryan Singer, que passou boas dicas que renderam um trabalho parecido com o que ele próprio faria, se não tivesse debandado para o concorrente “Superman – O retorno”. O filme toca da delicada fronteira do que é normal e o que não é normal na sociedade civilizada de hoje (e sempre). A cura para algo que sai dos padrões. E o que são padrões? Basta então trocar “mutantes” por “negros”, “homossexuais” e está jogada a bomba. Só por isso o filme pode até deixar de ser classificado só como ficção-científica e ficar lado a lado com políticos como “JFK” ou até mesmo “A lista de Schindler”. E tão trágico como tais. Além dos muitos mutantes e lutas a mais, o filme enfatiza mais ainda Wolverine/Logan (que, Deus queira!, ganhará um filme só dele, assim como nos gibis) e todas suas contradições e faz jus mais uma vez a uma das HQ’s mais bacanas de todos os tempos. Obrigatório.


enviada por Carol Maria



29/06/2006 00:01
Enquanto isso, na minha bolsa...

Já vi essa “brincadeira” no blog de algumas amigas, mas depois que a Katita colocou no blog dela e disse que queria saber o que levávamos em nossas bolsas, resolvi abrir o jogo, ou a bolsa....que seja.

1)Bolsa de moedas (adoro moedas, parece que sempre acabei de assaltar uma Igreja porque sempre tenho muitas moedas aqui, principalmente de R$0,05).
2)Mochila da C&A (tenho essa mochila há muito tempo). Adoro bolsas, tenho várias, mas pra andar de ônibus, com esse bando de coisas, só mochila mesmo...pelo menos durante a semana.
3)Meu estojo de joaninhas, que está abarrotado de canetas. Adoro canetas.
4)Meu celular, que serve mais pra ver as horas.
5)Meu mp3 player, comprado diretamente dos EUA e enviado pela amiga-carteira-importadora-Fedex Shu....valeu amiga.
6)Meu crachá da Unicamp (Nepo).
7)Minha agenda de vaquinha.
8)Minha sacola de ursinho, que serve pra guardar meu MP3...quero que ele fique bem protegido, né meigo isso?
9)Meu caderno do Fernando Pessoa. É bem legal, tem umas 20 páginas só com poemas dele. Tenho que levar caderno pro Nepo porque eu trabalho com pesquisas, leio muitas coisas e tal...logo, esse é meu notebook...rs.
10)Meu porta batom e meu gloss da Natura...ai, a cor é linda...ui.
11)Minha carteira, que na maioria das vezes só tem meus documentos porque dinheiro mesmo só as moedinhas.
12)Meu chaveiro recém adquirido dentro do ônibus. Aqueles de R$1,00. Em tempos de copa, a gente tem que participar, né?

PS. Às vezes levo minha pasta com textos das pesquisas que faço, por isso o uso da mochila ou de qualquer outra bolsa bem grande.




enviada por GGel



27/06/2006 00:07

Um dia a gente tinha que aprender.


Eu não gosto muito de tocar em assuntos que o tempo já se encarregou de levar, mas queria dizer agumas palavras sobre isso como forma de animar pessoas que hoje se encontram numa situação parecida.

Nunca desista daquilo que você acha correto por causa de um amor. Saiba ser você mesma e se num determinado momento ele te deixar e você ficar arrasada, chore. É uma forma de lavar a alma. Porém neste meio tempo levante a cabeça e tenha forças para aguentar a situaçao porque você consegue. E mesmo depois, quando você estiver melhor, já com tua vida refeita pense no tanto que você aprendeu porque um dia essa pessoa que te deixou vai voltar, escuta, as pessoas sempre voltam, e vai perceber o quanto perdeu e ainda sim, vai perceber que ela não valorizou antes, mesmo tarde demais para reatar.
Você vai se sentir aliviada pois vai saber o quão importante você era na vida dessa pessoa.




enviada por Shu



25/06/2006 00:07
Post Comunitário
TEMA: "PROFISSÃO"




Esta idéia veio do blog Muito Poia. Você está convidado a responder também, ou no comentário ou no seu blog (aí nos avise no comentário, prá irmos lá bisbilhotar!).

Qual a sua profissão (se já trabalha) ou qual profissão sonha ter (para os que ainda não ingressaram no mercado de trabalho)?
Sou psicóloga e trabalho na área; mais especificamente, no ramo da educação. Também atuo como professora, lecionando uma disciplina para um curso técnico, relacionada à psicologia organizacional.

Se fosse começar uma carreira hoje, escolheria a mesma que exerce?
Minha opção pela psicologia se deu durante o Ensino Médio. Passei metade do curso pensando em desistir. Até que fui procurar o serviço de orientação profissional da faculdade, que era oferecido por estagiárias do curso de Psicologia. Acabei me dando conta que era aquilo que desejaria fazer. De fato, este foi meu primeiro trabalho após me formar. Com 16 anos, até penso que foi uma boa escolha. Confesso que eventualmente me questiono se não seria interessante estar fazendo outra coisa. Mas prefiro mudar meus rumos dentro de minha própria área; e já o tenho feito, ao trilhar pela educação.

Alguém na sua família tem a mesma profissão que você?
Não. Sou a primeira psicóloga da família.

Como você se vê daqui há 10 anos (profissionalmente falando)?
Estarei com o mestrado concluído e gostaria de que um doutorado também. Me vejo atuando como psicóloga, ainda, mas gostaria de lecionar em curso superior, também.

Como sua profissão (ou futura profissão) é vista na sociedade (com bons olhos, discriminada)?
Certa vez fui apresentar uns trabalhos num evento sobre formação em Psicologia e lá havia uns artigos à venda (sempre tem, né?). Dentre eles, uma camiseta que estampava a seguinte frase: “Sorria, você está sendo analisado”. Achei graça, pois não são poucas as vezes em que alguém faz “brincadeirinha” com isso, como se nós fôssemos videntes ou tivéssemos o poder enxergar os mais profundos segredos através de um olhar. E menos ainda temos o poder de transformar magicamente qualquer ser. Essas são duas crenças do senso-comum que me incomodam.
Gostaria que o psicólogo fosse mais reconhecido como um profissional cujas possibilidades de atuação não se restringem à psicoterapia.

enviada por Aninha Brasil



21/06/2006 00:10

Isso é Brasil...


Em primeiro lugar quero deixar claro que amo futebol e que não perco um jogo do Brasil em copas do mundo, entretanto, mesmo não querendo ser estraga-prazeres, sou obrigada a concordar com a frase dita pela escritora Fernanda Young há duas semanas atrás.

"Não ligo para futebol. Pra mim não faz diferença se está ganhando ou perdendo.
E aquela história de que brasileiro merece essa alegria?
Brasileiro merece é tomar vergonha na cara."


Entre essas e outras, me vem em mente o seguinte...

Que patrão dispensaria seus funcionários horas mais cedo em um dia qualquer de trabalho para que este participasse de uma manifestação popular contra o Governo? Para uma reivindicação de direitos? Para uma marcha pela justiça e pela paz?

Infelizmente, sei a resposta: NENHUM.

O maior problema é que eu também sei que ninguém está se perguntando isso, ou seja, a atual pergunta do brasileiro é: Quem será o adversário do Brasil nas oitavas de final?

Pois é...ninguém está lembrando que as CPI's continuam rolando, que a Richtoffen continua em prisão domiciliar, que o PCC está em trégua, mas pode voltar a atacar a qualquer momento e muito menos que daqui 4 meses estará nas urnas escolhendo o próximo presidente.

Isso é Brasil...





enviada por Rê






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